top of page

Fertilizantes organominerais transformam sustentabilidade em produtividade

  • há 7 horas
  • 2 min de leitura

Tecnologia desenvolvida a partir de resíduos da indústria do couro ganha espaço no campo e impulsiona a agricultura regenerativa no Brasil.


O que fazer com um resíduo industrial que, por anos, foi considerado um passivo ambiental? No Brasil, uma resposta inovadora vem ganhando força dentro do agronegócio: transformar esse material em insumo agrícola de alta eficiência. É exatamente essa lógica que está por trás de fertilizantes da Fecoagro, como o Fertimais Bio+ e o Cooper N Bio+, desenvolvidos a partir de resíduos da indústria do couro e hoje utilizados como base para uma nova geração de nutrição vegetal.


Os resíduos oriundos do processamento do couro, antes vistos como problema ambiental, passam hoje por processos industriais rigorosos que garantem segurança, qualidade e padronização. O resultado é uma matéria-prima rica em carbono, aminoácidos, nitrogênio e outros nutrientes, que se torna a base de fertilizantes organominerais. Essa transformação representa um avançoimportante no conceito de economia circular, ao reaproveitar materiais e reinseri-los na cadeia produtiva — agora como insumo para o campo.


Um dos diferenciais desses fertilizantes está na sua composição: cada pélete reúne 50% de base orgânica e 50% de base mineral. Na prática, isso significa unir dois mundos: a eficiência imediatados minerais, que garantem a disponibilidade de nutrientes, e a ação gradual da matéria orgânica, que melhora o solo e prolonga os efeitos. Esse equilíbrio proporciona maior retenção de nutrientes, redução de perdas e liberação mais eficiente ao longo do ciclo da cultura. Trata-se de um fertilizante versátil e eficiente, que atende diferentes culturas — desde lavouras comerciaisem larga escala até fruticultura, hortas, jardins e gramados.


Na base, o Fertimais Bio+ atua na construção da fertilidade do solo. A presença de matéria orgânica contribui para melhorar a estrutura física do solo e aumentar a atividade microbiológica.


Já na cobertura, o Cooper N Bio+ oferece nitrogênio com liberação gradual, ampliando o aproveitamento pelas plantas e reduzindo perdas comuns no manejo convencional.


O uso de fertilizantes organominerais como esses está diretamente ligado a um movimento crescente no agro: a agricultura regenerativa. Mais do que produzir, a proposta é recuperar e manter a saúde do solo ao longo do tempo. Nesse contexto, soluções que incorporam matéria orgânica, estimulam a vida no solo e reduzem impactos ambientais passam a ter papel estratégico nos sistemas produtivos.


A adoção de tecnologias como o Fertimais Bio+ e o Cooper N Bio+ mostra que o agro brasileiro avança para um modelo mais eficiente e sustentável. Transformar resíduos em insumos, melhoraro solo e aumentar a produtividade deixam de ser objetivos separados — e passam a fazer parte de uma mesma estratégia.


Outro ponto relevante é a origem dessas soluções. Desenvolvidos dentro do sistema cooperativista, os fertilizantes da Fecoagro carregam o DNA do cooperativismo. Nascem da necessidade do produtor e retornam como benefício direto para ele. Esse modelo fortalece não apenas a produtividade, mas também o conceito de cooperação, pertencimento e geração de valor real para o cooperado.


Fonte: Fecoagro

Comentários


bottom of page