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Rasip projeta colher 55 mil toneladas de maçãs na safra 2026

  • 29 de jan.
  • 2 min de leitura

A Rasip Agro, indústria sediada em Vacaria (RS), projeta colher aproximadamente 55 mil toneladas de maçãs na safra de 2026, um crescimento de cerca de 30% em relação a 2025, quando a produção somou 42 mil toneladas, em função dos desafios climáticos enfrentados naquele ano. Do total previsto, entre 15% e 20% deverá ser destinado ao mercado externo, reforçando a presença da empresa no comércio internacional da fruta.


A produção da safra será composta por 75% de maçãs do grupo Gala, incluindo o clone Belgala, e 25% do grupo Fuji. Segundo o diretor da Rasip Agro, Celso Zancan, a Rasip Agro Belgala é um clone exclusivo da empresa, com coloração vermelho intenso desde as fases iniciais de desenvolvimento, o que permite maior precisão no ponto de colheita e agrega valor a atributos como crocância e dulçor. “Para esta safra, a expectativa é fortalecer a comercialização da variedade no mercado interno”, afirma.


Com cerca de 1,5 mil hectares de pomares, localizados em Vacaria (RS), na região dos Campos de Cima da Serra, a Rasip Agro mantém uma estratégia voltada à diversificação de mercados. Além de outros destinos internacionais, as exportações devem atender países como Índia, Irlanda, Inglaterra, Holanda, Portugal, Rússia e Bangladesh, mantendo a estratégia de expansão para o Oriente Médio e novos mercados, como Malásia, Indonésia e Taiwan.


Para o presidente executivo da RAR Agro & Indústria, Sergio Martins Barbosa, o avanço da produção reflete a consolidação da operação ao longo dos últimos anos. “A projeção de colher cerca de 55 mil toneladas de maçãs na safra de 2026 confirma a evolução consistente da nossa operação, resultado de investimentos em tecnologia, manejo e genética. O crescimento em relação ao ano anterior e a destinação de até 20% da produção para a exportação reforçam a qualidade da maçã produzida em Vacaria e a competitividade da Rasip Agro no mercado internacional”, destaca.


Além do desempenho produtivo, a safra de 2026 também impacta positivamente o mercado de trabalho na região. Para o período de colheita, a empresa gera cerca de 2.500 postos de trabalho com carteira assinada, contribuindo para a movimentação econômica dos Campos de Cima da Serra.


Fonte: Revista Cultivar

Foto: Divulgação

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