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Porto de São Francisco do Sul amplia capacidade de armazenagem

  • 15 de abr.
  • 3 min de leitura

O Porto de São Francisco do Sul está disponibilizando mais armazéns para estocagem e produtos importados ou exportados por aquele terminal. Localizado na parte frontal, novo galpão integra um pacote de ampliação que vai acrescentar cerca de 15 mil metros quadrados à área de armazenagem do Porto.


O primeiro dos três novos galpões de armazenamento de cargas já está concluído e deve ser liberado para operação nos próximos dias. A estrutura é a primeira a ser habilitada na área operacional do complexo. Localizado na parte frontal, ao lado do muro voltado para a rua, o galpão integra um pacote de ampliação equivalente a mais de dois campos de futebol.


Ao lado da estrutura finalizada, um segundo armazém segue em construção. Já o terceiro galpão está sendo instalado na área de fundo do complexo, próximo à comunidade Bela Vista. Ambos estão em fase final de montagem. Cada estrutura tem cerca de 5 mil metros quadrados e deve contribuir para ampliar a capacidade de estocagem do terminal, considerado o maior em movimentação de carga de Santa Catarina.


A expectativa é permitir o armazenamento de um volume maior de cargas, além de otimizar o fluxo de entrada e saída de mercadorias e reduzir gargalos operacionais.


Ampliação do píer do Tesc no Porto



Com investimento inicial de R$ 100 milhões e previsão de conclusão em 2026, a Solaris a nova proprietária do Terminal Santa Catarina (TESC), em São Francisco do Sul, deu início à ampliação do píer. A obra permitirá a atracação simultânea de dois navios e preparará o terminal para receber embarcações de maior porte, ampliando significativamente sua capacidade operacional. A ampliação do píer faz parte da primeira etapa de um plano mais amplo de modernização e expansão do terminal.


Além dos R$ 100 milhões dessa fase, a Solaris possui em análise junto ao Ministério de Portos e Aeroportos um novo ciclo de investimentos estimado em mais de R$ 500 milhões, cuja aprovação é esperada para o início de maio de 2026. “Este é apenas o primeiro passo de um projeto transformador para o TESC. Estamos preparando o terminal para um novo patamar de capacidade, eficiência e competitividade, em linha com a evolução do comércio exterior brasileiro”, afirma Stéphane Frappat, CEO da Solaris.


A obra em andamento permitirá a ampliação do berço de atracação e a operação simultânea de dois navios, aumentando a produtividade e reduzindo o tempo de espera para carregamento e descarga. A intervenção posiciona o terminal para aproveitar os ganhos decorrentes da dragagem da Baía da Babitonga, que elevará o calado do canal de acesso para 16 metros. A expectativa é ampliar a competitividade do terminal principalmente nos segmentos de fertilizantes, soja, milho, farelo, açúcar e demais granéis sólidos, além de fortalecer a operação de carga geral, produtos siderúrgicos e cargas de projeto.


A ME-Solaris é controlada pela Oman Investment Authority, o fundo soberano do sultanato de Omã. Em janeiro deste ano, ela concluiu a aquisição do controle acionário do TESC e da Agribrasil. Com sede em Dubai, a empresa está entre as cinco maiores tradings globais na movimentação de trigo. A ampliação pela Solaris da sua presença na América do Sul corresponde ao objetivo estratégico de diversificação das operações de trading e do seu alcance geográfico.


A incorporação do TESC à operação da companhia marca o início de um novo ciclo de investimentos em infraestrutura portuária no Sul do Brasil. O TESC atua na movimentação de grãos vegetais, fertilizantes, produtos siderúrgicos, granéis sólidos, carga geral e cargas de projeto. 


Fonte: Fecoagro com informações ND + , Fiesc e TESC

Foto: Divulgação

Foto: Porto de SFS

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