Palestra do ano Cooperitaipu traz psicoterapeuta Leo Fraiman
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Evento é alusivo ao Mês do Cooperativismo celebrado em julho todos os anos. a Cooperitaipu realizou a sua tradicional Palestra do Ano, cujo ingresso foi 1kg de alimento não perecível, na quarta-feira, dia 01 de julho, às 19:30, no Centro de Eventos do Itaipu Rural Show.
A Palestra do Ano Cooperitaipu teve como tema “A Ciência da Felicidade: por uma vida com propósito e sentido". Neste ano o palestrante foi o psicoterapeuta e educador renomado Leo Fraiman. Ele é autor de mais de 20 livros e criador da Metodologia OPEE de educação, aplicada em mais de 1.500 escolas brasileiras.
Fraiman é uma das principais referências no Brasil quando o assunto é desenvolvimento humano, educação e relações familiares. Atua há mais de 33 anos traduzindo temas complexos em reflexões e mostrando que, com ferramentas práticas, é possível transformar para melhor comportamentos, mentalidades e relações.
Um momento especial para refletir sobre família, educação e propósito. Fraiman trouxe reflexões, dicas práticas e exercícios que podem ser feitos no dia-a-dia, seja na vida pessoal, profissional e familiar, para desenvolver autoconhecimento e equilíbrio emocional.
A iniciativa da Cooperitaipu, em parceria com o Sescoop/SC e patrocínio da Syngenta e De Sangosse, foi pensada para oferecer cultura, entretenimento e inspiração à comunidade.
Além da palestra, a Cooperitaipu, em parceria com outras cooperativas locais, também realizarão durante o mês de julho novas ações alusivas ao Coops Day, como caminhada cooperativa, Arrecadação de alimentos e produtos de limpeza, plantio simbólico de uma muda de árvore no parque do Itaipu Rural Show, entrega de mudas para todos os voluntários participantes e limpeza das margens da perimetral oeste em Pinhalzinho/SC
Neste Dia Internacional do Cooperativismo, Santa Catarina tem razões para celebrar, mas também responsabilidades a assumir. O vigor de suas cooperativas demonstra que o desenvolvimento não precisa ser impessoal, excludente ou concentrador. Pode ser humano, democrático, produtivo e comunitário. A experiência catarinense confirma uma convicção que se renova a cada ano: o cooperativismo faz bem em todas as atividades humanas, fortalece a economia, eleva comunidades e oferece ao mundo uma linguagem concreta de paz.

Fonte: Cooperitaipu
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