As cooperativas pelo mundo
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Com 3 trilhões de dólares em faturamento; 1 bilhão de pessoas ligadas ao sistema. Esse é o mundo cooperativista que tanto defendemos. Que tanto nos orgulha. E essa história de CENTO E OITENTA anos foi construída em silêncio. Sem alarde, nem de exibicionismos. Enfrentamos os invejosos, os descrentes, os críticos, os alarmistas, apenas com o dom do trabalho e o prazer em fazer bem feito o que nos cabe fazer. E assim o fazemos. Hoje as cooperativas estão presentes no dia a dia de muitos países e na vida das pessoas que acreditam nesse propósito. Eu poderia ficar falando de sonhos, realizações, do bem-estar social que as cooperativas geram, nos empregos que proporcionam, no crescimento das cidades onde atuam, e tudo bem. Isso é uma verdade. Mas o cooperativismo é algo muito maior. Ele está no sangue de quem o vive, no estilo de vida, nos propósitos, enfim, ele é diferenciado. Todo resto vem junto.
Hoje, estima-se que mais de 12% da humanidade faça parte das 3 milhões de cooperativas existentes no mundo. O impacto é comparável as grandes potências. Só para você ter uma ideia, o PIB, as riquezas geradas pelo Reino Unido, do qual a Inglaterra é o principal protagonista, fechou 2024 com US$ 3,6 trilhões. No mundo, em empregos diretos, são mais de 280 milhões de pessoas emprestando seu talento ao sistema. Se fizermos um comparativo, o cooperativismo é maior que o Brasil, por exemplo, que possui 214 milhões de habitantes. Deu pra entender?
Voltando ao tema: desses US$ 3 trilhões faturados, 35 por cento vem das cooperativas agropecuárias. Uma cadeia complexa, mas eficiente. O que sai do campo gera valor agregado durante o processo até chegar à mesa do consumidor. Dos 10 bilhões de toneladas produzidas pelo agro, em grãos, 50% passaram pelas cooperativas agrícolas. Me diga, o “colono” precisa ou não ser respeitado? Claro que sim. Eu quis trazer essa reflexão para que vocês possam nos entender melhor esse magnífico mundo cooperativista. Afinal, a gente não fica por aí se exibindo, querendo aparecer. Nada disso. A gente trabalha, em silêncio, para construir um mundo melhor. Um mundo, onde possa caber todo mundo.
Fonte: Fecoagro
Foto: Divulgação






